Michael Jackson gravou um clip em defesa do meio ambiente e do Planeta Terra;
    Cristiano Ronaldo patrocina marcas de prestigio.
    Um dos deuses do mediatismo está morto e outro está vivo.
    Se no filme “os deuses devem estar loucos” , um nativo pegava numa garrafa de coca-cola para viajar pelo mundo, hoje em dia, viajamos sem sair do sofá rodeado de marcas : sony, philiphs, vodafone, moulinex, rolex…. Omnipresentes pela world wibe web e nem sempre omniscientes devido ao excesso de informação, todos os cibernautas se tornaram pequenos deuses. 

  No caos primordial existiam muitos deuses e por isso as religiões tornaram-se monoteístas para impor a ordem , o bem, o respeito e a lei divina.   Depois vieram os publicitários e as polémicas sobre “alguns abeis e outros cains”. Há um Lobo Saramago ali e um José Antunes acolá a disputar quem tem os direitos de autor sobre o cordeiro de Abel e a pedra afiada de Caim. Voltamos a um belo e ordenado caos. 

  Como ainda não vale tudo, surgem as crises, os ciclos, as estruturas e as conjuturas.
  Depois vem a regulamentação como expiação da culpa de Caim e a redenção do heróico Abel como modelos de representação da raça humana.
  É  justamente neste ponto que o paradigma civilizacional se pode inverter para o bem de todos e em particular das empresas: Só com uma bem fundamentada regulamentação é possivel arbitrar os conflitos de posse entre as marcas de prestígio, utilizar prudentemente os recursos naturais, do mar e da terra a favor de indústrias inovadoras e ecologicamente responsáveis, tornar as novas tecnologias meios ao serviço da ética e da cultura de massas e as energias renováveis veículos de uma nova forma de ser e estar.

  A missão empresarial de cada empreendedor passa pela inovação, pela criatividade, pela responsabilidade, pela organização estratégica, mas também pela dismistificação do conflito nos diversos sectores de actividade.
  Neste contexto, os recursos jurídicos são uma mais valia: Maximizam os projectos, potenciam as ideias e reduzem os custos operacionais.
  Por um Caim que troque a pedra pela bola e por Abel que comece a (en)cantar…

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